A ilha de Afrodite: Chipre

Segundo a mitologia grega, Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade, responsável pela perpetuação da vida, do prazer e da alegria.

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Na mitologia grega, existem algumas versões importantes para o nascimento de Afrodite. Para Homero, ela era filha de Zeus e Dione, mas a versão mais famosa do seu nascimento tenha sido contada por Hesíodo, que afirmou que, após Cronos (o mais jovem dos titãs, filho de Urano) ter cortado os órgãos genitais de Urano (divindade que personificava o céu) e de os ter arremessado ao mar, da espuma (aphros em grego) que entretanto surgiu, ergueu-se Afrodite.


Chipre, ilha onde nasceu Afrodite, guarda os encantos daquela Deusa grega. Tal era a sua importância para o mundo antigo, que os romanos importaram a sua influência, dando origem à sua equivalente romana, a deusa Vênus.


Que tal fazer dela um destino romântico?

A terceira maior e mais populosa ilha do Mar Mediterrâneo tem paisagens esplêndidas, com praias de águas calmas e cintilantes, ideais para as famílias com criança. Mas os jovens que querem curtição também têm espaço.


Membro da União Europeia desde 2004, a ilha de Chipre — localizado ao largo das costas de países como Turquia, Síria e Egito — é dona de cenários naturais de cortar a respiração: Praias de águas azul-turquesa, cercadas por montanhas, arrancam suspiros de quem passa por lá.


Os elementos culturais europeus predominam no país que, geograficamente, se encontra na Ásia. Mas em uma região que foi dominada por muitos povos, entre eles, gregos, romanos, otomanos, britânicos e turcos, é impossível não notar uma forte mistura de culturas.


Com tantas influências ao longo do tempo, a ilha é um verdadeiro palco de culinária e história. Se tem uma coisa que os cipriotas gostam de fazer, é comer. Os pratos são fartos, preparados para serem apreciados sem pressa. Nada mais típico que a souvla, carne de porco, cordeiro e frango assadas em churrasqueiras a carvão. O queijo halloumi — feito da mistura de leite de cabra e ovelha — também não pode faltar.


Na hora da sobremesa, fica difícil. O shoushoukos, doce feito de uvas e o pastellaki, com mel e amêndoas são deliciosos. O sorvete de rosas também é imperdível.


As bebidas típicas dão um show à parte. O frappe — bebida gelada, de origem grega, à base de café — deve ser apreciada devagar, bebericando a tarde inteira. E não deixe de provar o triantafilo, um drink de rosas à base de leite ou água.


Os fãs de bebidas mais fortes podem escolher a Zivana, destilado de uvas com cerca de 50% de teor alcoólico. É servida bem gelada. É preciso beber de uma vez. O Coummandaria não é tão forte, mas não fica atrás. O vinho licoroso, produzido nas montanhas de Troödos, é um dos rótulos mais antigos ainda produzidos. Feito das uvas Mavro e Xynisteri, atinge 15% de teor alcoólico.

Moeda: euro.

Idioma: cipriota e grego. É relativamente fácil encontrar pessoas que falem inglês.

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