Cabo Verde é outra coisa!

Cabo Verde está localizado em pleno Atlântico e na encruzilhada da Europa e da América. Desde cedo a sua posição geográfica e a sua relevante importância geoestratégica, influenciaram positivamente as condições para o seu povoamento, colorindo – ao longo do tempo – a sua vida econômica, social e cultural.

De origem vulcânica, Cabo Verde é um arquipélago localizado [bem] ao largo do Senegal e composto por dez ilhas totalmente distintas. As ilhas, inicialmente desertas, foram descobertas no início da expansão marítima portuguesa (algures, entre 1415 e antes de 1460/80).

O seu povoamento foi inicialmente realizado por populações urbanas de algarvios e madeirenses e, mais tarde, foram-se lhe juntando outros povos, nomeadamente, de outros países europeus e de escravos vindos do continente africano.

Local obrigatório de paragem das principais rotas marítimas da época, as ilhas de Cabo Verde tornaram-se essenciais à expansão das empresas ultramarinas, uma vez que a maior parte dos navios vindos (por exemplo) do Golfo da Guiné, Angola, Índia, Brasil, e Índias Ocidentais, paravam em Santiago para que fossem abastecidos de água e mantimentos, repouso da tripulação, reparação das embarcações e até para serem contratados novos marinheiros.

Ribeira Grande (na Ilha de Santiago), foi a primeira cidade europeia nos trópicos e atingiu o seu apogeu no século XVI. Á época, foi a Capital de Cabo Verde, mas talvez pela sua importância estratégica, era alvo constante de ataques de piratas e corsários.

Ocasionalmente, o arquipélago de Cabo Verde foi gerido por empresas comerciais (como são exemplo, a Companhia de Grão Pará e Maranhão) que, a partir daí, obtiveram o monopólio do tráfego de escravos.

Toda a história, miscigenação, condições climáticas e localização, contribuíram definitivamente para que, nos dias de hoje, o povo cabo-verdiano tenha acumulado uma vivência única e, como tal, obrigatório de ser conhecida.

A música fantástica e os mercados movimentados em todas as cidades são sinais claros de que você não está longe da costa africana.

Cabo Verde pode acomodar aqueles que procuram a vida noturna com seu vibrante “vibe musical“. Também pode agradar os entusiastas do ar livre com seu terreno perfeito e pitoresco para caminhadas ou esportes aquáticos. Mas se você está simplesmente à procura de relaxar à beira-mar, então Cabo Verde também pode satisfazer os seus desejos com as suas praias de areia dourada perfeita, ou com as suas praias de areia negra de cura.

Da cultura à animação noturna do Mindelo, em São Vicente, passando pelos resorts de luxo das ilhas do Sal ou Boavista, sem esquecer do mítico festival da Baía das Gatas, do vulcão do Fogo, da minúscula Ilha do Maio, da Praia e do Tarrafal, em Santiago, às montanhas de Santo Antão, tudo são boas razões para viajar pelo arquipélago.

Principais destaques de turismo em Cabo Verde:
1- Praias de areia branca a perder de vista, com águas cristalinas.
2- Diversidade paisagística das ilhas, montanhas, praias, vulcões.
3- Música e danças do melhor que há. Impossível não se apaixonar pelos ritmos quentes.
4- 365 dias de Sol, Praia e verão.
5- Praias para todos os gostos: praias de águas calmas ideais para nadar; praias ventosas ideais para o kitsurf, windsurf; praias com ondas ideais para bodyboard e para o surf.
6- Gastronomia rica em peixe, marisco e a famosa cachupa.
7- O cabo-verdiano é hospedeiro, amável, natural, divertido por natureza e com uma cultura cosmopolita.
8- Carnaval de S. Vicente e S. Nicolau um evento inesquecível.
9- O Fundo marinho reserva cenários fantásticos.
10- Conhecer a história do povo colonizado e o passado dos portugueses nestas 10 ilhas maravilhosas.

Ilhas

A ILHA MÍSTICA
(Santo Antão)
Tudo começou na “Povoação” da atual Vila da Ribeira Grande, situada na zona norte, que acolheu a primeira urbe da ilha.
Vales e imponentes montanhas de cortar a respiração. Rochas íngremes e escarpadas desafiadas pela população. Não se espante ao ver casas erguidas nos lugares mais inóspitos e longínquos, e sem estradas de acesso.
A cultura da ilha é ainda rica em música, artesanato e gastronomia variada. Impossível não provar os doces e licores de Lajedos, o queijo de cabra e o afamado grogue de Santo Antão. Dizem os especialistas, que é o melhor de Cabo Verde.

A ilha das montanhas, como é conhecida, tem-se assumido como um dos principais destinos do Turismo de Natureza, Rural e do Ecoturismo de Cabo Verde, graças à sua diversidade paisagística e inúmeras potencialidades para a prática de desportos de natureza. Rica em miradouros, trilhos e caminhos para a prática de treckking, hiking ou simples caminhadas. É impossível não se apaixonar por Santo Antão e pelas suas gentes.

Do Topo de Coroa (o ponto mais alto da ilha), ao Tarrafal do Monte Trigo, passando pela Cova (a caldeira de um vulcão extinto), sem esquecer o Alto Mira, Planalto Leste, Pico da Cruz, Corvo, Vale do Paul, Passagem, Farol de Lombo de Boi ou Ponta do Sol…há mesmo muito a explorar. O difícil mesmo é arranjar energia para tanto.
.

A ILHA DO MONTE CARA
(São Vicente)

Cesária Évora (a mais famosa cantora cabo-verdiana) dá o nome ao aeroporto internacional. A sua estátua ali colocada, não é por acaso. Eis-nos em São Vicente! Terra da maior embaixadora de Cabo Verde. Ilha criativa, berço de músicos, atores, artistas plásticos; escritores. Ilha do Monte Cara debruçado sobre uma das mais belas baías do mundo. O encanto de S. Vicente é inesgotável e surpreendente. Mindelo, a capital da ilha, uma cidade charmosa, que sabe ter o dom de bem receber.


O convite é para se deixar ir, a pé, pelas ruas e ruelas, conhecer cada recanto, conviver com os habitantes, sentar-se numa esplanada, ouvir música, mergulhar na Laginha. Parar e desfrutar. Talvez depois, zarpar à descoberta da ilha, por uma estrada panorâmica que recorta a zona costeira, com miradouros que oferecem vistas de cortar a respiração. Neste percurso chegará a algumas das mais belas praias da ilha. Praia Grande; Calhau ou a obrigatória Baía das Gatas, palco do maior festival de música do país.

.

ONDE TUDO COMEÇOU
(Santiago)

Santiago é a maior ilha de Cabo Verde, a primeira a ser descoberta e onde (nos dias de hoje) habita quase metade da população do país. Um mosaico composto por cabo-verdianos de todas as ilhas e emigrantes europeus, asiáticos e africanos que fazem da ilha e em especial da sua capital, Praia, um território cosmopolita, fértil em culturas, hábitos e tradições.

A ilha é servida por um aeroporto internacional – Nelson Mandela – que a liga à Europa, América, África continental e a todas as ilhas do arquipélago. Há também um porto internacional, que recebe cruzeiros e de onde também partem navios para as ilhas.

Santiago é paragem obrigatória para quem quer conhecer a essência de Cabo Verde. Uma ilha em constante pulsar, com os seus mercados tradicionais, a sua história, paisagens deslumbrantes e uma capital com atividades durante todo o ano. É também aqui que fica a Cidade Velha, Patrimônio Mundial da Unesco, a primeira cidade construída por europeus a sul do Saara.

Sendo Cabo Verde um dos menores países africanos, naturalmente, um número reduzido de locais classificados como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Ainda assim, a magnífica Ribeira Grande, mais conhecida como Cidade Velha de Santiago, é um local de enorme relevo histórico e cultural em território cabo-verdiano.
.

O PARAÍSO MORA AQUI
(Boavista)
E se outrora os cartões postais de Cabo Verde eram coroados pelas paradisíacas praias da ilha do Sal, nos últimos anos, a ilha da Boa Vista tem-se afirmado, também, como um dos destinos preferidos dos turistas que procuram desfrutar dos encantos que o “sol & mar” têm para oferecer a quem visita Cabo Verde.

Descoberta a 3 de Maio de 1480, a ilha da Boa Vista guarda uma história rica em cultura e tradições, como a tecelagem, a cerâmica, a música e a literatura, para além das belas praias de areia branca, que se estendem ao longo de 55 quilômetros e que oferecem uma diversidade de desportos náuticos, do mergulho à descoberta dos tesouros de navios afundados e encalhados, ao windsurf.

Falar da Boa Vista é falar ainda das ruínas por explorar do Curral Velho e do Deserto de Viana. Um cenário inóspito e até lunar. Há quem lhe chame de extensão do Saara, no meio do Oceano Atlântico, onde sobressaem dunas de areia branca a perder de vista ao longo de 5 quilômetros de extensão, que fazem com que a Boa Vista ofereça uma diversidade paisagística para além das suas praias paradisíacas.
.

A ILHA ROMÂNTICA
(Brava)

67 km2 de puro encanto! A Ilha Brava é a menor de todo o arquipélago, mas uma das mais verdes, frescas e floridas, características que motivaram o seu cognome
Ilha das Flores”.
O seu pequeno território é fértil em vegetação; montanhas, miradouros, aldeias encantadoras e uma cidade – Nova Sintra – que ganhou o nome pela comparação com a vila de Sintra, em Portugal, com a qual partilha do mesmo tipo de arquitetura e clima fresco e húmido.

NOVA SINTRA

A cidade das flores
Elevada a Patrimônio Nacional em 2013, Nova Sintra é a sede do concelho e o maior centro urbano da ilha. Mas a cidade, com pouco mais de 7 mil habitantes, conserva os traços e o ritmo do seu passado colonial. E à volta da praça Eugénio Tavares que os bravenses vivem o seu quotidiano. A casa onde viveu foi transformada em museu. À noite é frequente haver pequenas tocatinas, tertúlias de música tradicional, em bares ou casas particulares abertas aos visitantes.
Saindo da bucólica Nova Sintra, na direção das montanhas, a Brava revela-se igualmente encantadora. Com miradouros que tiram partido da vista privilegiada sobre a vizinha ilha do Fogo, contrastada com o azul do mar que se estende aos seus pés.
Fajã de Água é de visita obrigatória. Uma pequena baía recortada na escarpa imponente, com uma fileira de casas térreas e coloridas. Aqui pode banhar-se nas piscinas naturais de águas cristalinas ou apreciar o movimento dos barcos de pesca.

.

A ILHA NEGRA
(Fogo)

Respire fundo. Prepare-se para viver uma experiência única. Afinal chegou à Ilha onde existe um vulcão ativo.
Fogo é provavelmente o mais singular de todos os territórios que compõem Cabo Verde. Uma ilha feita de lava que testemunha as várias fúrias do imponente vulcão, a última foi em 2014.
A ilha do Fogo é rica em oferta gastronômica e restauração. Há vários pratos típicos que são de degustação obrigatória. Sempre acompanhados do famoso vinho do Fogo.

.

ONDE O TURISMO COMEÇOU
(Sal)

Foi a partir da ilha do Sal que Cabo Verde começou a despoletar para o turismo, na década de 60 do século passado. Naquela altura a famosa praia de Santa Maria era ainda um privilégio de poucos, mas hoje é o paraíso preferido de milhares de turistas que anualmente visitam Cabo Verde, e uma imagem obrigatória em qualquer postal turístico das ilhas.

Do primeiro hotel “Morabeza”, a ilha passou acolher o maior número de resorts do país e é também a maior porta de entrada de turistas em Cabo Verde, a par da Boavista.
Com a demanda turística cresceu também o investimento privado estrangeiro no sector. Italianos, portugueses, ingleses, espanhóis e muitos cidadãos da Costa Ocidental Africana fazem com que esta ilha tenha uma identidade multicultural. Por isso mesmo é também conhecida como a ilha “mais europeia” de Cabo Verde, mas onde prevalece muito daquilo que é o ser e o viver do cabo-verdiano.
Famosa pelas suas ondas, e pela riqueza marinha, a ilha do Sal é o paraíso dos desportos náuticos e, por isso, a mais procurada do país para a prática de várias modalidades. Surf, windsurf, kitesurf, padlle, mergulho, pesca submarina, etc..

.

MOMENTOS DE INTENSA PAIXÃO
(Maio)

Se procura um paraíso virgem, por explorar, a ilha do Maio é o seu destino. Localizada na chamada região de Sotavento, oito escassos minutos é o quanto lhe basta para lá chegar de avião, através da capital de Cabo Verde, Praia, na ilha maior, Santiago. Maio, uma ilha pacata, para quem busca um contacto com a natureza no seu estado puro, e gosta de aliar tudo aquilo que o turismo balnear tem para oferecer, “sol e mar”, ao contacto com a cultura e as tradições locais do seu povo.
Esta é a ilha mais plana de Cabo Verde, curiosamente onde planícies desertas se intercalam com a maior área florestal do país e onde a produção de carvão vegetal chegou a ter expressão, enquanto sustento da população local. Entre o mar e as planícies e algumas ribeiras, a pesca, a agricultura e agropecuária são as principais fontes de rendimento da população, não podendo por isso deixar de experimentar o queijo, uma garoupa grelhada ou uma lagosta, tudo “made in Maio”. Tradições, usos e costumes que vale a pena explorar, percorrendo as principais povoações, numa volta à ilha, onde poderá se cruzar com burros ou galinhas do mato, que se atravessam na estrada.
Entre as praias de areia branca e as águas cristalinas, a ilha do Maio convida também ao mergulho ou pesca desportiva. Aqui reside a segunda maior concentração de espécies marinhas de Cabo Verde, a seguir à Boa Vista.
Grande parte da beleza e encantamento da ilha do Maio reside nas suas praias desertas, algumas longínquas e recônditas.

.

AS MONTANHAS DA TERRA DE “CHIQUINHO
(São Nicolau)

Fundada a 30 de agosto de 1731, a Vila da Ribeira Brava foi, até 2005, a sede da ilha de São Nicolau, altura em que Tarrafal viu o seu território ser elevado também a município e ganhou autonomia. Ilha agrícola por excelência, São Nicolau é uma das ilhas em ascensão no Turismo Rural e de Natureza, em Cabo Verde. Cada dia que passa, a ilha conquista cada vez mais turistas que querem escalar o “Monte Gordo”, percorrer o verdejante Vale da Fajã, e se lançarem na aventura que os inúmeros trilhos que se espalham pelas montanhas, têm para oferecer.
A riqueza paisagística e ambiental, que se estende das montanhas até ao mar, é ampliada pela riqueza histórico-cultural que envolve também toda á ilha. Aqui nasceu Baltazar Lopes da Silva, o autor do celebre romance “Chiquinho”. Para muitos constitui a obra “fundadora” da literatura cabo-verdiana. Por isso, irá se cruzar com uma imponente estátua em sua homenagem, em pleno coração da Vila da Ribeira Brava.
A tradição musical desta ilha é hoje um importante ativo da Cultura da ilha. Terra das origens do grande mestre Paulino Vieira, e de artistas como Toy Vieira, Nish Wadada, Manu Soares, Nelson Freitas, Johnny Fonseca, Johnny Ramos e William Araújo, só para citar alguns. São Nicolau alberga ainda aquele que foi o primeiro Campo de Concentração de Cabo Verde. Uma peça importante da história colonial do país, da qual restam apenas ruínas. Terra de mil encantos, a ilha acolhe duas das sete maravilhas de Cabo Verde: parque natural do Monte Gordo e a praia do Carbeirinho. Motivos não faltam para partir à descoberta dos encantos escondidos das montanhas da terra de “Chiquinho”.

.

A ILHA DESABITADA
(Santa Luzia)

A ilha de Santa Luzia é a única desabitada do país e por isso a pérola mais virgem das ilhas. Mas reza a história que chegou a acolher uma pequena comunidade agrícola no séc. XVIII, hoje entregue à natureza no seu estado puro.

Uma reserva natural que se estende ao longo de 35km2, e onde residem duas espécies endêmicas de aves: Calhandra do Raso e Cagarra de Cabo Verde. Mas a sua costa marinha é muito rica e vasta em diferentes espécies, incluindo de peixes e bancos de corais.

Santa Luzia é conhecida ainda pela grande atividade de baleias, golfinhos e de tartarugas. É comum pescadores pescarem junto à sua costa e pernoitarem na ilha.

Aqui só pode chegar mesmo de barco e com a devida autorização da Agência Marítima Portuária de Cabo Verde. A riqueza de fauna e flora fazem com que Santa Luzia seja muito procurada para estudos e investigações científicas.

Turismo em Cabo Verde

VISTOS
Este tipo de visto é para todos os estrangeiros que entram em Cabo Verde, para fins de turismo ou de negócios, exceto os cidadão dos países que fazem parte da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

O visto é válido por um período de três (3) meses. Este visto pode ser providenciado pela EMO7ION TOUR no momento em que for fazer a sua reserva ou nas embaixadas/ consulados de Cabo Verde no exterior.

Existe também a possibilidade de obter visto à chegada no país, mediante o pagamento de 25 EUROS.

Para mais informações referentes à documentação exigida para pedido de visto, contacte uma das representações diplomáticas de Cabo Verde ou com a colaboração da EMO7ION TOUR.

Factos sobre o país

Capital de Cabo Verde: Praia
População: 540 mil habitantes
Língua Oficial: Português
Fuso horário: GMT -1
Código telefônico internacional: +238
Fronteiras terrestres: não tem

Clima / quando ir
É uma boa aposta o ano todo, mesmo na chamada estação das chuvas que acontece entre meados de agosto e meados de outubro e nem sempre implicam chuvadas torrenciais. As temperaturas são amenas o ano todo – variam entre uma média mínima noturna de 19 graus em fevereiro e os 29 graus de média máxima durante o dia, nos meses de maio a novembro.

Dinheiro
Moeda: Escudo cabo verdiano (CVE)

ATM: Todas as cidades principais, e até algumas das vilas mais pequenas, têm bancos com ATM (Caixas Eletrônicos) que aceitam cartões de débito e cartões Visa.

Cartões de crédito: Não estão disseminados por todo o arquipélago. São aceites nos hotéis e estabelecimentos de gama alta.

Consulte-nos

EMO7ION TOUR

Experts in the Art of Travel
Especialistas em Turismo Personalizado

TRAVEL DESIGNERS

Trabalhamos com Arte,
Criamos com Paixão!

Viagens Globais Personalizadas
Parceladas em até 12 vezes!
Contacte-nos! Venha saber o quanto é EMO7IONANTE conhecer-nos!

Working with Art,
Creating with Passion!
Come along! Come learn how EXCI7ING it is to know us!

Phones, Cell & Whatsapp
+55 71 3032 0700
+55 71 99204 0661
+55 71 99334 0015

emo7ion@emo7iontour.com

Rua Fernando Menezes de Góes 73, Sala 309
Pituba, 41810 – 700 Salvador, Bahia, Brasil