Tibet – O teto do mundo

O Tibete é a região mais alta do mundo, com uma elevação média de 4 900 metros de altitude, e por vezes recebe a designação de “o teto do mundo” ou “o telhado do mundo”.

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O Tibete é uma região de planalto da Ásia situado ao norte da cordilheira do Himalaia. É habitada pelos tibetanos e outros grupos étnicos como os monpas e os lhobas, além de grandes minorias de chineses han e hui.

A comida Tibetana variada e rica, e essencialmente influenciada gastronomicamente pelas indianas, nepalesas e chinesas. Destacam-se os tradicionais momos, de batata, queijo de yak, diversos vegetais, cogumelos tibetanos, a carne de yak, os noodles, arroz frito, et..

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Identidade
O budismo é um pilar importantíssimo na sociedade tibetana, ao ponto de considerarem que, acima da religião, está aquela sua filosofia de vida.

O debate entre os monges budistas é um processo de aprendizado, ele facilita a compreensão da filosofia budista, e sua origem vem de uma antiga tradição hindu. Durante o debate, sempre realizados ao ar livre, aprendizes e mestres trocam desafios sobre passagens das escrituras, em um ritual rigidamente seguido por todos os monges: Primeiro giram o rosário de orações envolto no braço, e batem palmas e o pé durante uma indagação. Ao ser formulada uma pergunta a resposta deve seguir-se de imediato, não sendo concedido ao iniciante tempo para pensar.

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A roda de oração, corresponde a um cilindro, feito dos mais diversos materiais, como cobre, prata e até ouro, que contem mantras – palavras sagradas-, esculpidos ou escritos em papel, e que ao ser girada emite uma energia sutil, capaz de gerar saúde, paz, equilíbrio, e vitalidade para todos.

Nagajurma, um dos principais mestres dos ensinamentos de Buda, afirmava que os mantras impressos tinham tanto poder quanto os cantados. Segundo ele, o fato de rodarem aos quatro ventos, permitia que os benefícios se espalhassem para além do tempo e do espaço.

Histórias misteriosas falam de um lago de sangue sob o Jokhang, sangue do coração do demônio. Dizem que qualquer pessoa que colocar sua orelha no chão da catedral, o centro sagrado da Terra das Neves, ainda pode ouvir o coração pulsante do demônio.

De acordo com a crença budista, há uma espécie de energia muito forte que se propaga em ondas e que pode ser transmitida a objetos. Segundo as crenças locai, os monges estão especialmente capacitados a realizar ritos através dos quais transmitem esta energia a determinados objetos, tornando-os amuletos. Um dos objetos mais usados são as kha-tags que podem ser de 5 cores: branca, vermelha, azul verde e amarela, as 5 cores místicas. Em Lhasa, antiga residência do Dalai Lama, as kha-tags são brancas, e são muito usadas como presentes de boas vindas, para dar sorte aos visitantes.

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Centenas de tibetanos percorrem diariamente os chamados ‘koras’, circuitos que circulam os grandes templos e monastérios budistas como o Potala, o monastério Sera e o Jokhang, rezando por uma vida longa e o retorno da sua Santidade o Dalai Lama.
É muito comum ver algumas pessoas, percorrendo os koras em prostração.

Características
Lhasa – principal cidade tibetana, localizada no coração do território do Tibete – em tibetano significa lugar dos deuses, e é o centro político e religioso do Tibete desde 1645.

A uma altitude de 3.065 metros acima do nível do mar, a sua temperatura pode passar dos 10 graus Celcius durante o dia para 8 graus negativos quase que “de uma hora para outra”.

A viagem até Lhasa pode ser feita de trem – uma viagem de 2 a 3 dias – de carro, ônibus ou de avião. A rota aérea de Kathmandu oferece a belíssima visão dos Himalaias.

Seja qual for o método de transporte escolhido, quando chegar a Lhasa, recomenda-se vivamente descansar pelo menos por 1 ou 2 dias. A falta de oxigénio, conhecido por “mal da montanha” (ou se preferir, a “doença da altitude”) pode manifestar-se a partir de 2700 metros, pelo que deverá realizar as suas tarefas com muita calma. Também é recomendado beber bastante água, de 3 a 5 litros por dia, e aconselha-se a comprar uma lata de oxigênio – vendida por toda a cidade. O oxigênio é o melhor remédio.

Os cavalos tibetanos são rudes e fortes, apropriados para o ar rarefeito. As principais mercadorias transportadas são o sal da área norte do lago, chá das áreas do sul. Para cruzar um rio, se for rasa, uma ponte de madeira é construída, se o vale for íngreme, uma ponte suspensa é construída. Quando o rio é grande, os tibetanos usam as jangadas feitas das peles dos animais. Nas áreas agrícolas, os tibetanos se utilizam do burro e do asno.

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A História
Em 127 a.C. uma dinastia militar fixou-se no vale de Yarlung e passou a comandar a região, perdurando-se esta situação por oito séculos. Por centenas de anos, o Tibete investiu militarmente sobre territórios vizinhos.

A partir de 617, o 33º rei do Tibete começou gradualmente a transformar a civilização feudo-militar em um império mais pacífico. Seu reinado durou até 701, e seu legado foi imenso: criou o alfabeto tibetano; escreveu e estabeleceu o sistema legal tibetano (baseado no princípio moral segundo o qual é valorizada a proteção do meio-ambiente e da natureza); favoreceu o livre exercício religioso do budismo, e; construiu vários templos (dentre eles destacam-se o Jokhang e o Ramoche).

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Seus sucessores continuaram a transformação cultural, custeando traduções e criando instituições.

Durante a sua história, o Tibete existiu como uma região composta por diversas áreas soberanas, como uma única entidade independente e como um Estado vassalo, sob suserania ou soberania chinesa.

Da década de 1640 até à década de 1950, um governo nominalmente encabeçado pelos Dalai Lamas (uma linhagem de líderes políticos espirituais tidos como emanações de Avalokiteśvara – Chenrezig, Wylie: em tibetano – o bodisatva da compaixão) dominou sobre uma grande parte da região tibetana. Durante boa parte deste período a administração tibetana também esteve subordinada ao império chinês da Dinastia Qing.

Em 1913 o 13º Dalai Lama expulsou os representantes e tropas chinesas do território formado atualmente pela Região Autônoma do Tibete. Embora a expulsão tenha sido vista como uma afirmação da autonomia tibetana, esta independência proclamada do Tibete não foi aceite pelo governo Chinês de então, nem tão pouco recebeu qualquer reconhecimento diplomático internacional e, em 1945, a soberania da China sobre o Tibete não foi questionada pela Organização das Nações Unidas.

Ainda hoje existe um debate muito intenso, tanto à volta da independência, como acerca do que exatamente constitui o território do Tibete, e de qual seria sua exata área e população.

O palácio Potala é um complexo de edifícios interligados, localizado no monte Marpo Ri, com mais de 1.000 salas, 10.000 santuários e 200.000 imagens; Construído em 635 prá servir como palácio real do rei Songtsen Gampo, foi reconstruído em 1645 por Lozang Gyatso, o 5o Dalai Lama, e foi durante muito tempo a residência e centro do poder do lamaismo.
O nome Potala vem da montanha Potalaka, no sul da Índia e em sânscrito significa Buddha da compaixão.

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Se ra em tibetano significa rosa selvagem, as mesmas rosas selvagens que crescem nas encostas onde está localizado este monastério. O monastério Sera é considerado uma universidade para os monges. Estima-se que milhares de monges foram formados ali. Hoje em dia restaram apenas poucas centenas, e sua ‘atração’ principal é o debate entre os monges, que acontece todos os dias às 15 horas.

O monastério Drepung é um dos três pilares do budismo tibetano junto com os monastérios Sera e Gaden.

O mercado a céu aberto na praça Barkhor é imperdível. Pode-se achar de tudo, e a ordem épechinchar. A praça em si é muito importante, um lugar bastante representativo para peregrinos e tibetanos.

Aviso:

Turistas estrangeiros que adquiram bilhetes para rotas no Tibete devem apresentar a Carta do Tibete.

De acordo com a Administração da aviação civil da China, turistas estrangeiros que viajam ao Tibete em uma das aeronaves civis, devem apresentar passaportes válidos e cartas de aprovação de viagem ao Tibete válidas emitidas por autoridades relevantes. Sem qualquer um desses documentos, a entrada no Tibete não será permitida.

A “Carta de aprovação de viagem ao Tibete” geralmente é emitida mediante o recebimento das cópias do visto e do passaporte do turista. A verificação e a aprovação da carta são feitas em três dias úteis. Tendo em vista as questões relacionadas à viagem, como bilhetes aéreos, hotéis, guias e veículos, sugere-se que os turistas iniciem o procedimento de solicitação o quanto antes, a fim de confirmarem informações sobre rota, tempo e local de viagem no Tibete.

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